quinta-feira, 8 de novembro de 2012

Tecnologia Alimentícia.

A tecnologia de alimentos é um campo multidisciplinar que envolve conhecimentos das áreas de química, bioquímica, nutrição, farmácia e que refere-se a um conjunto de técnicas relativas aos processos de industrialização dos produtos de origem vegetal e animal. Além disso abrange técnicas gerenciais relacionada a este processos. Os profissionais da área devem ser aptos a gerenciar e planejar processos de transformação de alimentos e bebidas, implementar atividades, administrar, gerenciar recursos, promover mudanças tecnológicas e aprimorar condições de segurança, qualidade, saúde e meio ambiente.

Esse caráter multidisciplinar é conseqüência do tipo de informações necessárias para o processamento dos alimentos. É preciso conhecer com profundidade os alimentos no que se refere a:

  • Os diferentes tipos e fontes (carnes, frutas, hortaliças, laticínios, grãos etc.),
  • Sua composição (proteínas, açúcares, vitaminas, lipídios, etc.)
  • Sua bioquímica (reações enzimáticas, respiração, maturação, envelhecimento, etc.)
  • Sua microbiologia (microorganismos, deterioração, infecções e intoxicações de origem alimentar etc.)
  • Características sensoriais (sabor, textura, aroma, cor, etc.)

E as diversas técnicas e processos:

  • Beneficiamentos (moagem, secagem, concentração, extração de polpas, sucos, de óleos vegetais, etc.)
  • Tratamentos térmicos (pasteurização, esterilização, congelamento, liofilização, etc.)
  • Biotecnologia (fermentação, tratamentos enzimáticos, etc.)
  • Emprego de ingredientes e matérias-primas
  • Embalagens para alimentos

O conhecimento das interações entre processo e alimento visam o controle das condições que proporcionam os padrões de qualidade alimentar desejados, a evolução de técnicas tradicionais e a viabilização de produtos inéditos no mercado.
 

segunda-feira, 15 de outubro de 2012

Alunas

Escola Antônio Carlos Magalhães
Alunas: Thainá Santos, Suellen Lima, Ariane Cerqueira, Talissa Cardoso.
Série: 7ª
Turno: matutino
Prof: Tatiane Barreto
Criador do blog: Thainá Santos
Data de criação do blog:09/10/2012


Meios de Transporte Aquáticos


Os meios de transporte aquáticos são divididos em duas categorias: os fluviais, ou seja, as embarcações que navegam em rios, geralmente de pequeno porte, para transportar pessoas e mercadorias. Nesta categoria está a canoa, utilizada tanto para o transporte de pessoas e mercadorias pequenas como para a prática da canoagem, portanto mais voltada para o esporte. Aqui estão também os barcos à vela ou a motor, utilizados para o transporte de pessoas em distâncias curtas e os barcos simples, utilizados para pesca em rios. Já na segunda categoria estão os marítimos, ou seja, as embarcações que navegam nos mares e oceanos. São maiores e mais resistentes, pois geralmente percorrem longas distâncias. Nesta categoria encontramos diversos tipos: os navios para viagens longas que transportam principalmente pessoas e são muito utilizados nas viagens de férias, os petroleiros que transportam petróleo de um continente para outro, os cargueiros para o transporte de alimentos e mercadorias em geral e ainda os navios de guerra, que transportam armas, canhões, etc. Ainda nesta categoria estão os iates que geralmente tem a finalidade de passeio e lazer.
Na utilização de transportes aquáticos, existem muitas vantagens, como por exemplo, é uma forma mais competitiva para o transporte de carga, pois o custo é menor, carrega qualquer tipo de carga e também transporta maior quantidade de carga por viagem. Mas, também há desvantagens, como por exemplo: há maior demora no transporte pelo fato da velocidade de transporte ser mais baixa, maior exigência de embalagens, pelo fato da umidade poder estragar os produtos, os portos de carregamento são distantes aos centros de produção e há também frequentes congestionamentos nos portos.

14-Bis

O 14-bis foi um avião híbrido construído pelo inventor brasileiro Alberto Santos Dumont em 1906 e testado entre os dias 19 e 23 de julho desse ano na cidade de Paris, França, sendo o primeiro objeto mais pesado que o ar, a projetar-se do solo por impulsos próprios, superando a gravidade terestre, o atrito do ar e as leis básicas da física.
 
O 14-bis era constituído por um aeroplano unido ao balão 14, que fora utilizado em vôos feitos por Santos Dumont em meados de 1906. Daí o nome "14-bis", isto é, o "14 de novo", devido ao fato do balão estar sendo reaproveitado. A função do balão era aumentar o peso efetivo do aeroplano e facilitar a decolagem. O aeróstato, porém, gerava muito arrasto e não permitia ao avião desenvolver velocidade. Santos Dumont retirou o balão e, para compensar o aumento de peso, no dia 3 de setembro de 1906 duplicou a potência do aparelho, instalando um motor de 50 cavalos-vapor no lugar do de 24 até então utilizado. Transformou o 14-bis assim no Oiseau de Proie, com o qual obteve um salto de 8 metros em 13 de setembro de 1906.
 
 

Bicicleta

A bicicleta é um veículo com duas rodas presas a um quadro, movido pelo esforço do próprio usuário (ciclista) através de pedais, ou também, um velocípede de duas rodas iguais e de pequeno diâmetro.

A palavra deriva do latim bi (dois) e do grego kyklos (rodas), sendo um veículo de duas rodas. Do inglês bicycle com o diminutivo francês bicyclette, foi adaptado do castelhano como bicicleta.

Os primeirros traços da existência da bicicleta tal como a conhecemos hoje, ocorreram em projetos do renomado inventor italiano Leonardo da Vinci, por volta de 1490. Na China a invenção da bicicleta é atribuido ao antigo inventor chinês Lu Ban, que nasceu há mais de 2.500 anos atrás.

Sobre duas rodas

A bicicleta foi inventada há mais de 200 anos.

As primeiras bicicletas eram bem diferentes das que existem hoje: eram de madeira, inclusive as rodas, e não tinham pedais.


Com o surgimento de motores menores e mais leves, eles começaram a ser instalados em bicicletas. Assim surgiram as primeiras motocicletas.

quarta-feira, 10 de outubro de 2012

Evolução do Automóvel


Algum tempo depois, uma empresa francesa, chamada Panhard  ET Levassor, iniciou sua própria produção de veículos. Em 1892, Henry Ford produziu seu primeiro Ford na América do Norte.

No ano de 1904, surgiu o primeiro Rolls Royce com uma radiador que não passaria por nenhuma transformação. A Europa seguiu com sua frota de carros: Na França (De Dion Bouton, Berliet, Rapid) na Itália (Fiat, Alfa-Romeno) na Alemanha (Mercedes-Benz) já na Suíça e a Espanha partiram para uma linha mais potente e luxuosa: O Hispano-Suiça.

No caso do Brasil e também em outros países da América Latina, está na evolução automotiva chegou somente após a segunda Guerra Mundial. Já na década de 30, fábricas estrangeiras, como a Ford e a General  Motors, Colocaram suas linhas de montagem no país. Porém, foi somente em 1956, durante o governo de Juscelino Kubitschek que as multinacionais automotivas automóveis começaram a montar os automóveis. Primeiramente fabricaram caminhões, camionetas, jipes, furgões e, finalmente, carros de passeio.

Esta indústria foi indicada pela fábrica Nacional de Motors, que que era responsável pela Produção de caminhões pesados .
Posteriormente vieram: Automóvel JK com estilo Alfa-Romeno, Harvester, Mercedes Benz do Brasil com seus caminhões e ônibus, a Scania-Vabis e a Toyota.